domingo, 8 de agosto de 2010

No dia em que eu morri ...

Um comentário:

Anônimo disse...

E tem gente que morre todo dia na plenitude da vivência. Contradição condizente. Em tudo a sentido não faz sentido.

Graças conhecer essa poetisa do cotidiano, a guria mais alto astral que conheço. Quero eternamente ser pra ela a primeira vez de um olhar... e que seja recíproco!

Alex admirador da gaúchina Meri...

Bjs gaúchinha