segunda-feira, 12 de julho de 2010

Finalizar-se

Do frio calor daquela noite
Da escuridão que iluminava minha existência
Quando o doce amargo sobe á boca
O arrependimento tortura com fereza

Vejo-me numa betesga
Que aos poucos sufoca
Que aos poucos tortura
O abandono assídua

A indiferença priora
A culpa engasga
A desesperança macera

A alma chora
A mente esta seca, dura..
O coração vazio

Finar-se morulamente
Salvar-se corajosamente
Morrer derepente.


Mérieli Boschetti

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